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UÁUÁLLOWEEN - FESTA ANIVERSÁRIO UÁUÁ EVENTOS



Alguns eventos surgem de discussões, de ideias, de sonhos, da vontade de mudar e de muitos outros aspectos ligados ao nosso lado emocional.


Assim nasceu o 1º Evento UáUá - HALLOWEEN.


Um evento concretizado, graças não só aos seus autores mas principalmente a todos os que acreditam neste projecto. 

No primeiro ano concretizamos vários eventos ao nível da promoção dos meios mais alternativos e conseguimos através dos nossos eventos, demonstrar o espírito e a capacidade de erguer momentos de animação ligados às culturas urbanas.

Ao fim de um ano, apesar da intensidade que o marcou, sabemos que temos ainda muito para fazer por este projecto.

Mas é desta forma que nos sentimos cheios de energia para continuar, com a persistência que caracteriza esta equipa.

Alargar horizontes, continuar a promover o UáUá Cartão, evoluir nos formatos de animação e eventos, são alguns dos objectivos para 2009.

Aprendemos a vender e a divulgar a nossa ideia e a resistir à inércia dos outros. Agora é tempo de amadurecer e tornar o UáUá mais útil a todos e dar expressão aos que se identificam com uma forma diferente de estar.


Dia 31 de Outubro - Sábado, vamos festejar UáUálloween no Rendez Vous – Electro Rock Club com o novo parceiro SHOTEEE responsável pela animação. Vamos ter uma oferta para os portadores do UáUá Cartão, assim como a presença dos Djs que fazem parte deste projecto.


Queremos a tua participação mesmo que não te sintas próximo a este grupo ou que apenas conheças o nosso lado promocional. Junta os teus amigos e participa.

Atreve-te e vem conheçer pessoas que estão na tua “onda”. Participa com as tuas ideias e os teus projectos. Basta enviares um mail para o UáUá.


Contamos definitivamente contigo,



No UáUá
uaua.info@gmail.com
 

Os informadores - Cinema






Sexo, drogas e new wave Los Angeles no início dos anos 80: tempo de excessos e decadência - ninguém melhor que Bret Easton Ellis para capturar esses momentos, nesta adaptação para o cinema do seu aclamado livro


A narrativa abraça um conjunto de personagens que representam tanto o topo da pirâmide - um vendedor de sonhos de Hollywood, uma estrela de rock dissoluta, um envelhecido pivot de televisão bem como a parte mais funda da mesma - um porteiro voyeurista ou um ex-condenado sem moral.
Conectando estes elementos está a quintessência dos protagonistas de Ellis: um grupo de loiros e esbeltos homens e mulheres que dormem de dia e festejam de noite, num abismo de drogas e promiscuidade com um abandono desamparado, sem qualquer noção de estarem a dançar à beira do abismo.


Uma requintada e energética explosão de cultura onde o excesso nunca é em demasia, Os informadores é uma descida mordaz ao núcleo moralmente falido da beleza superficial da cidade do anjos.



Os informadores(2009)
The informers
De Gregor Jordan
Com Kim Basinger, Winona Ryder, Billy Bob Thornton, Mickey Rourke 
118 min para <12

Gritos Afónicos


Amor e morte..o desassossego da mente..a calma espiritual...o transcendental do "eu"..

Fogo..Ar...Água..Terra.. Porto..Portugal..Paris..

A transformação da mente e da alma num corpo pensante que se interroga e se resolve, em momentos íntimos, pessoais, revelando a espiritualidade intrínseca de quem sente, ama, vive, chora, desespera, toca..

Uma compilação de vários sentimentos e entendimentos conscientes realizada pelo autor Romeu Braga, autodidacta português que lançou este seu primeiro livro de poesia este ano, reunindo os variados poemas que esceveu desde 1998. Desde a escrita à fotografia, tudo é da sua autoria.

mais informação em: http://www.lugardapalavra.pt/poesia.html

Jonas Mekas: 'Eu não faço filmes, apenas filmo a vida!'







A sétima edição do Festival Internacional de Cinema tem este ano como convidado de honra aquele que é considerado o pai do cinema de vanguarda norte-americano.



Prestes a completar 87 anos, Jonas Mekas não hesitou em aceitar o desafio do DocLisboa e esta terça-feira conduziu uma master class na Culturgest onde respondeu às várias questões colocadas pelo público.
Jonas Mekas, que ainda hoje continua a produzir obras de referência, a apresentar exposições em grandes museus e cinematecas e a filmar os seus amigos no dia-a-dia, recusa-se a filmar algo que não faça parte de si.
«Não sou nem cineasta nem realizador. E nem quero ser [disse, entre risos], porque eu não faço filmes. Apenas filmo... filmo a vida, celebro momentos da vida. Só filmo aquilo de que gosto», explicou.
Foi também neste contexto que o lituano radicado em Nova Iorque aproveitou para explicar que ver filmes pode ajudar a encontrar inspiração. No entanto, o mais importante para ele é «estar atento e filmar o que acontece no mundo, mesmo sem planear e sem ter uma estrutura prévia de tudo aquilo que se vai captar».
Jonas Mekas, que diz não ter tempo para ler «críticas de cinema», confessou ainda que sente muito mais entusiasmo quando está a fazer filmes do que quando está a vê-los.
Revelando mais uma vez o seu lado de cineasta independente irreverente, a lenda viva do cinema não tem qualquer problema em admitir que filma apenas para si e para os amigos.
Quando questionado sobre o que sente ao ser chamado de «amador», Jonas Mekas respondeu com ironia: «Amador? De amor? Sim, eu amo o cinema».
Foi cheio de vitalidade e com o seu sotaque cerrado do norte da Europa que o lituano aproveitou ainda para apelar a todos os que são ou ambicionam ser cineastas ou artistas plásticos e que vêem nele um exemplo a seguir: «Se querem ser cineastas, então vão para a rua e comecem a filmar! Até porque quando começarem a filmar vão descobrir coisas que não conheciam!».
Além disso, «agora há diversos meios de distribuição de filmes, há diversas possibilidades graças à Internet».
Jonas Mekas, que revolucionou o cinema underground nova-iorquino na década de 60, conta com várias e célebres colaborações no seu vasto currículo, entre as quais se destacam Andy Warhol, Alan Ginsberg, John Lennon, Yoko Ono e Salvador Dali.

ESCOLHAS DA SEMANA 42


KASABIAN - WHERE DID ALL THE LOVE GO?
  • Britpop
  • Indie Rock
THE RAVEONETTES - BANG!
  
  • Noise Pop
  • Indie Rock
DELOREAN - DELI
  • Indie Rock
  • Slowcore
THE HORRORS - WHOLE NEW WAY
  • Shoegaze
  • Indie Rock
  • Garage Rock Revival
  • Punk Revival
por dj ZéZé

«In This Light and On This Evening» - Editors




A revolução passou por aqui. As guitarras cederam espaço aos sintetizadores e os Editors tornaram-se uma banda pop electrónica.

Os Editors continuam a ser Tom Smith, Chris Urbanowicz, Russ Leetch e Ed Lay mas «In This Light and On This Evening» representa uma mudança de rumo que lembra a transição dos Joy Division para os New Order, especialmente a partir do momento em que estes descobriram a noite de Nova Iorque.

«In This Light and On This Evening» é menos «nervoso» que «The Back Room» e menos imediato que «An End Has a Start» mas as grandes diferenças nem são essas. As guitarras à la Chameleons foram abandonadas; no seu lugar surgem agora sintetizadores.

Em vez de uma banda pós-punk contemporânea, os Editors surgem agora como uma homenagem à pop electrónica. Semelhanças? Só a paixão pela primeira metade da década de 80. Em vez dos Psychedelic Furs ou dos Cure, as grandes referências passaram a ser os Depeche Mode ou os Human League.

Enquanto acto de reinvenção, a atitude dos Editors é louvável. «In This Light and On This Evening» pode muito bem questionar a estabilidade que «An End Has a Start» indicava. Mas por enquanto, as dúvidas prevalecem sobre as conclusões.

Editors
«In This Light and On This Evening»
PIAS/Edel

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